segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Como ser feliz?!

De que modo podemos imitar Jesus? Jesus mesmo diz: "Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus" (Mt 5,44-45). Quem acolhe o Senhor na sua vida e o ama com todo o coração é capaz de um novo início. Pode cumprir a vontade de Deus: realizar uma nova forma de existência, animada pelo amor e destinada à eternidade”. (Bento XVI)
Hoje vivemos um conflito de busca da felicidade, mas que tipo de felicidade? Será que buscamos realmente sermos felizes de verdade, ou na verdade, queremos viver euforicamente?
Em nossa vida temos origem, ou melhor temos alguém que nos deu origem, e se temos esse alguem que nos originou ele nos conhece e sabe relmente o que é necessário para verdadeiramente sermos felizes de verdade. Muitas vezes e de muitas formas tentamos nos enganar, e o maior dos enganos é esquecermos desta origem e ai mergulhamos nos nossos achismos e ficamos refem das nossas limitações principalmente da nossa visão debil que precisa urgentemente da visão que só o Espírito Santo de Deus pode nos conceder.
Amados um principio básico para que todo ser humano seja verdadeiramente feliz é corresponder ao Amor de Deus, isso é indispensável para nossa saúde psiquica, física e espiritual. Existem pessoas que afirmam que Deus só faria bem a mente ou para o espírito, isso é uma tolice, porque Deus faz bem para o ser humano num todo, por isso São João  em seu Evangelho nos aponta o que Jesus nos fala com muias certeza e propiedade como que um caminho certo para nossa felicidade:
Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (Jo, 15, 5).
(Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/NT/1/sem+mim#ixzz1EbFIKhS8)
Amados corramos então ao encontro da felicidade, corramos ao encontro de Deus e seus desígnios, busquemos com convicção a verdade e a felicidade, pois:
"E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á". (Lc 11, 9).

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

NOSSA MISSÃO: TESTEMUNHAS DE ESPERANÇA

Relata o cardeal Van Thuan num dos seus escritos:
“Pôde celebrar a missa na prisão?”, é uma pergunta que frequentemente me fazem.(…) e quando respondo “sim”, surge de imediato a pergunta seguinte: “Como pôde encontrar o pão e o vinho?”. Quando fui preso, tive de viajar de imediato, de mãos vazias. No dia seguinte, foi-me permitido escrever para arranjar as coisas necessárias: roupa, dentífrico…escrevi então ao meu destinatário: “por favor, mande-me um pouco de vinho, como remédio contra o mal de estômago”. Os fiéis compreenderam o que significava: mandaram-me uma pequena garrafa de vinho de missa, com o rótulo “remédio contra o mal de estômago”, e hóstias escondidas num frasco contra a humidade. (…) Nunca poderei exprimir a minha grande alegria: todos os dias, com três gotas de vinho e uma gota de água na palma da mão, celebro a minha missa. Às 21h30, hora em que era preciso apagar as luzes e todos deviam dormir, inclino-me sobre a cama para celebrar a missa, de cor, e distribuo a comunhão passando a mão debaixo da rede mosquiteira. (…) lembro-me de ter escrito: “tu acreditas numa única força: a Eucaristia, o Corpo e o Sangue do Senhor, que te dará a vida”(…) ofereço a missa, unido ao Senhor: quando distribuo a comunhão, entrego-me juntamente ao Senhor para fazer de mim alimento para todos. Isso significa que estou totalmente ao serviço dos outros. Todas as vezes que ofereço a missa, tenho a oportunidade de estender as mãos e de me pregar na cruz com Jesus, de beber com Ele o cálice amargo. Todos os dias, lendo e ouvindo as palavras da consagração, confirmo com todo o coração e com toda a alma um novo pacto, um pacto eterno entre mim e Jesus, mediante o seu Sangue misturado ao meu.
Jesus na cruz iniciou uma revolução. A vossa revolução deve começar na mesa eucarística e, a partir daí, ser levada adiante. Deste modo, vós podereis renovar a humanidade.
(cf. Francisco Xavier Van Thuan, Cinco Pães e dois peixes, pp. 42-45)